
Não vamos falar sobre impostores na primeira crônica do ano de 2011. Que tal criarmos um neologismo? Dar um novo sentido à palavra impostor, que até o presente momento é a pessoa que se faz passar por alguém que de fato não é. Fazendo uma analogia à este substantivo, iremos considerar impostores, aqueles que nos cobram os inúmeros impostos durante o ano.
Com o fim das festas de fim de ano, Natal e Ano Novo, tudo é alegria. Mas, as decepções têm início ainda em Janeiro, quando as contas começam a chegar repentinamente. IPVA, IPTU, ICMS, IOF, IRPJ, IRPF, ITR, ISS, ITBI, ITCD, IVA, basta! Tantas siglas, tantas letras, tantos significados, alguma utilidade? Isso não é nem a metade de todos os impostos que pagamos, fora aqueles que são embutidos e que vez ou outra não sabemos que estamos pagando.
Somos os contribuintes, não passamos de sujeitos passivos de uma obrigação tributária, pois aqui não existem sonegadores, certo? Ironia. E ainda dizem que nosso país é pobre, mesmo a população contribuindo com bilhões de reais todo ano. Não há como citar apenas um impostor. Sabemos que o Governo Federal, o Estado, a Prefeitura Municipal e outros órgão públicos são os maiores impostores, porém se observarmos os impostores estão em todos os lugares e possuem todas as formas.
O cobrador de ônibus, o síndico do prédio, o diretor da escola, o dono do supermercado, eu, você, nós. Todos cobrando encargos, alíquotas, tributos, taxas, e tarifas. Abandonamos o sentimento de insatisfação em relação a cobrança de impostos quando fica perceptível que o mesmo é essencial, imprescindível e indispensável para nossas vidas.
Com o fim das festas de fim de ano, Natal e Ano Novo, tudo é alegria. Mas, as decepções têm início ainda em Janeiro, quando as contas começam a chegar repentinamente. IPVA, IPTU, ICMS, IOF, IRPJ, IRPF, ITR, ISS, ITBI, ITCD, IVA, basta! Tantas siglas, tantas letras, tantos significados, alguma utilidade? Isso não é nem a metade de todos os impostos que pagamos, fora aqueles que são embutidos e que vez ou outra não sabemos que estamos pagando.
Somos os contribuintes, não passamos de sujeitos passivos de uma obrigação tributária, pois aqui não existem sonegadores, certo? Ironia. E ainda dizem que nosso país é pobre, mesmo a população contribuindo com bilhões de reais todo ano. Não há como citar apenas um impostor. Sabemos que o Governo Federal, o Estado, a Prefeitura Municipal e outros órgão públicos são os maiores impostores, porém se observarmos os impostores estão em todos os lugares e possuem todas as formas.
O cobrador de ônibus, o síndico do prédio, o diretor da escola, o dono do supermercado, eu, você, nós. Todos cobrando encargos, alíquotas, tributos, taxas, e tarifas. Abandonamos o sentimento de insatisfação em relação a cobrança de impostos quando fica perceptível que o mesmo é essencial, imprescindível e indispensável para nossas vidas.
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