
Para muitos, um propósito para cessar e paralisar as atividades. Para outros, uma forma de obter benefícios e melhoria nas condições de trabalho. Em todos os aspectos e contextos analisados, o conceito é o mesmo: greves trabalhistas. Estão presentes desde a Revolução Industrial, por volta do século XVIII e ainda acompanham os trabalhadores no século XXI.
Quem nunca presenciou ou participou de uma greve? Em determinadas situações, somos atingidos de forma involuntária. Os funcionários daquela fábrica desfilando pela avenida, todos uniformizados. Os motoristas e os cobradores de tráfego da companhia de ônibus coletivo, estáticos em frente à empresa. Aulas paralisadas, estudantes em casa. Operários com ferramentas de trabalho nas mãos, máquinas desligadas. Professores, funcionários públicos, bancários, médicos, personagens comuns. As greves podem causar danos e transtornos. Os atrasos, os prejuízos, a credibilidade, a demissão.
É uma das formas de se chamar a atenção para uma realidade ora esquecida, ora desnecessária. Greve de fome. Greve de sexo. Barulho, faixas, passeatas, apitos, tinta, gritos. O resultado de uma greve não pode ser estimado. Aumento de salários? Férias com prazo indeterminado para grevistas? Boicote de participantes? Prisões? Resistência? Como dizia Martin Luther King, a greve é a linguagem dos que não são ouvidos.
O texto opinativo em questão, refere-se à greve e ao protesto dos residentes do Hospital Escola da UFTM - Universidade Federal do Triângulo Mineiro, que aconteceu na Avenida Leopoldino de Oliveira, na semana passada, no Centro de Uberaba e que despertou a atenção dos curiosos, pedestres e órgãos responsáveis.
Quem nunca presenciou ou participou de uma greve? Em determinadas situações, somos atingidos de forma involuntária. Os funcionários daquela fábrica desfilando pela avenida, todos uniformizados. Os motoristas e os cobradores de tráfego da companhia de ônibus coletivo, estáticos em frente à empresa. Aulas paralisadas, estudantes em casa. Operários com ferramentas de trabalho nas mãos, máquinas desligadas. Professores, funcionários públicos, bancários, médicos, personagens comuns. As greves podem causar danos e transtornos. Os atrasos, os prejuízos, a credibilidade, a demissão.
É uma das formas de se chamar a atenção para uma realidade ora esquecida, ora desnecessária. Greve de fome. Greve de sexo. Barulho, faixas, passeatas, apitos, tinta, gritos. O resultado de uma greve não pode ser estimado. Aumento de salários? Férias com prazo indeterminado para grevistas? Boicote de participantes? Prisões? Resistência? Como dizia Martin Luther King, a greve é a linguagem dos que não são ouvidos.
O texto opinativo em questão, refere-se à greve e ao protesto dos residentes do Hospital Escola da UFTM - Universidade Federal do Triângulo Mineiro, que aconteceu na Avenida Leopoldino de Oliveira, na semana passada, no Centro de Uberaba e que despertou a atenção dos curiosos, pedestres e órgãos responsáveis.
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